segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A garota


A garota tem uma aparência misteriosa,

As vezes se esconde, tímida,  

As vezes se mostra alegre e com um belo sorriso branco

Se torna madura, crescendo, ficando adulta

E de repente vira criança outra vez

Paralelo a isto, faz com que sua mãe se encha de orgulho ou baixe tua auto-estima

Esta, vive a admirar a beleza da filha,

Porém, a bela garota tem de ouvir da mãe:

“Tua beleza é o reflexo do teu avô, Hélio”.

Guilherme Neto

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Retrô

Teve terremoto no Haiti e no Chile,
Dunga foi demitido,
Mano Menezes assumiu,
Marina Silva declarou independência (?),
Restart fez sucesso (:S),
Muricy foi campeão mais uma vez,
Santos ganhou seis títulos brasileiros em um só dia,
Paul McCartney caiu no Morumbi,
o Inter perdeu pro Mazembe,
José Alencar fez mais cirurgias,
Cristina Kirchner ficou viúva,
o salário dos parlamentares aumentou,
não deu Ferrari nem McLaren na F1,
Ronaldo não emagreceu,
Lula se tornou ex-presidente,
Superman ficou fraco (tenso),
o natal já passou,
2011 já veio...
e cadê Eliza Samúdio?

Guilherme Neto

"Loucura, Loucura, Loucura"


Há meses sem atualizar, por que não inovar?

Se não houvesse este PC o que eu iria fazer?

De férias em casa, será que vou desistir de curtir?

O blog parado desse jeito... será que o autor não tem algo pra pôr?

Pensou que seria sequencial? Ah, tá, foi mal!

Guilherme Neto

sábado, 25 de setembro de 2010

Cotidiano IV - "Vote em mim que eu te conto"

Como todos nós sabemos, vivenciamos o período eleitoral. É nesta época que os candidatos mostram suas lindas caras com sorrisos sinceros, mostram na TV as ações que eles fazem todos os dias - como ir humildemente na favela, abraçar e dar um aperto de mão em todo o mundo - na tentativa de conquistar os votos dos eleitores. Cada eleição possui personagens destaques, neste ano uma leva de “famosos” resolveu concorrer a algum cargo político.

Ora, há muitos deputados, senadores, entre outros que só ficamos sabendo que ainda estão vivos, na época da eleição. Por este motivo, o político ideal tem que ser aquele bem famoso, que nos diverte ao aparecer na TV, no rádio, internet ou em qualquer outro veículo de comunicação.


Por que não eleger Tiritica? Como deputado federal ele iria representar muito bem o estado de São Paulo lá em Brasília. Seria muito bom, pois já que suas excelentes propostas seriam sempre aceitas, bastaria somente chantagear seus companheiros para aprová-las usando seu conhecido bordão: “senão eu vou morreeeer”. Precisamos de um deputado que possui um grau de instrução “lê e escreve” para elaborar projetos que melhorem a situação do país, aliás, não tem nada para melhorar, a propaganda do governo diz que o país está “às mil maravilhas”, por que logo eu iria duvidar?


O que falar então da Mulher Pêra? Com sua sensualidade e sua excelente formação acadêmica ela iria fazer sucesso na Câmara. A funkeira Tati Quebra Barraco seria destaque no Congresso Nacional, para defender suas propostas ela poderia causar muitas confusões (o que raramente ocorre por lá), assim como os ex-pugilistas Maguila e Popó.


Romário seria outro a dar um verdadeiro “show de bola” na Câmara, ainda mais estando acompanhado de Marcelinho Carioca, Vampeta e Bebeto Tetra, aí sim ficaria completo o “time de Lula”.


Aqui na Bahia, onde tudo “tá mudando pra melhor”, o saudoso Uziel Bueno colocaria todos os políticos corruptos “Na Mira”, com ele na Assembléia Legislativa o sistema - que, aliás, é muitíssimo organizado - ficaria bruto pra qualquer um.


Bom, há muitas outras figuras candidatas a algum cargo nestas eleições, por isso não irei ficar aqui perdendo tempo citando-as, já que qualquer uma delas sendo eleita traria diversos benefícios a quem a elege. Portanto, finalizo este miserável texto fazendo uma breve recomendação, que na verdade é uma fala usada pelo ilustríssimo candidato Tiririca na sua campanha: “O que faz um deputado federal? Na realidade não sei, mas vote em mim que eu te conto! Vote no Tiririca, pior do que tá não fica!”

Guilherme Neto

Cotidiano III - [Parte 2]

O século XXI chegou e com ele também chegaram as novidades do mundo dos videogames. Design, efeitos, sons, jogabilidade e diversos outros fatores influenciam nas vendas de games atualmente.

Os jogos para PC melhoraram bastante, saímos do Paciência para curtir as emoções do Counter-Strike, do FIFA, dos PES, Need For Speed e muitos jogos radicais. Com novas placas de vídeo, processadores e o aumento da capacidade das Memórias RAM, jogar no computador ficou muito mais divertido.




Depois do Play 1 e do Play 2, chega a nova atração da SONY. O Play 3 traz gráficos mais realistas além de possuir joysticks sem fio e capacidade de reproduzir filmes em Blu-Ray.


Concorrente direto do Play 3, o Xbox 360 é o xodó da Microsoft neste ramo. O console também opera com joysticks sem fio e possui HD de até 250GB.

Porém, o console que mais faz sucesso atualmente é o tataraneto do Super Nintendo, o fabuloso Wii. A sua interface é maravilhosa, você pode jogar boxe, por exemplo, golpeando o adversário virtual com o movimento das suas próprias mãos. Além disso, o Wii não tem só os jogos como novidade deste século, ele também vem sendo utilizado em várias clínicas de fisioterapia, ajudando na recuperação de muitas pessoas graças à sua maravilhosa interação com o usuário.


Vale lembrar que em todos estes é possível acessar internet e jogar online.

Guilherme Neto

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Carta ao Ócio

Certa noite pensei
Para onde vou, o que farei?
O mundo? Ah, o mundo gira
Porém, continuo a pensar
Para onde vou, o que farei?

O sertanejo leva a sua vida difícil
Trabalha abaixo de uma bola ardente
Luta pelo alimento dos seus garantidos
Mas, para onde vou, o que farei?

O professor leciona ao seu aprendiz
A água fica por aí vagando pelos rios
Os ponteiros trabalham vinte e quatro horas por dia
O gado vive a pastar
Para onde vou, o que farei?

A Lua vive parada como um poste
Pelo menos, estes dão luz a alguém
A árvore dá frutos
O pardal, a borboleta e até a mosca
Exploram o mundo além terra firme
Mas, para onde vou, o que farei?

Oh céus
Ah, gloriosa terra
Oh, querido mar com seus encantos
Para onde vou, o que farei?

 Guilherme Neto

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cotidiano - III [Parte 1]


Quem aqui não gosta de videogame?

Pois é, acho que são poucos os que não curtem um bom joguinho. Bem, neste post vou abordar os videogames antigos - aqueles que marcaram a infância de muita gente – e também citar as novidades deste badalado século XXI.

Vou começar por um clássico: o Mega Drive. Ah, este sim era o videogame. Passava dias e noites tentando “zerar” Sonic The Hedgehog (proeza para poucos, e que eu nunca consegui). Streets of Rage era o máximo, nunca casei de jogá-lo, era imbatível com o Axel. O que falar então de Golden Axe? Só se ouvia barulho de espadas na minha TV.

Super Mônaco GP para mim foi um dos melhores games de corrida do século XX. Só perdendo pro saudoso Mario Kart, e ai chego ao clássico dos clássicos: o velho e bom Super Nintendo.

Tem muita gente hoje que prefere o SNES (abreviatura de Super Nintendo Entertainment System) a um novo lançamento. Com certeza o Mario é o mais famoso personagem desse universo maravilhoso de games, até quem não gosta de videogame sabe quem é este bigodudo. Ele já apareceu em mais de 200 jogos, de gêneros variados: corrida, plataforma, esporte, luta, RPG, entre outros. Na maioria das vezes ele sempre tem a missão de salvar a Princesa Peach das garras do perverso Bowser.

O primeiro videogame a ser comercializado no mundo foi o Brown Box, da Magnavox. Porém o primeiro console lucrativo da história foi o Pong, da Atari.
O Atari 2600 foi o videogame que marcou a história dos consoles, sendo lançado em 1977 nos EUA e fazendo muito sucesso no Brasil na década de 80, ficando na memória de muitos até hoje.

Outro console que marcou minha vida foi o PS One, o popular “Play 1”. Toda semana eu comprava um game novo. Passava horas jogando aquele futebol – que na época o design gráfico era esplêndido.

O uso de CDs foi um diferencial do Play 1, já que nos consoles antigos os jogos vinham em cartuchos. O uso do Memory Card também foi um grande avanço, podendo salvar dados dos jogos e depois continuar de onde havia parado. Esta ideia já existia nos videogames um pouco mais antigos que o Play 1, só que os dados eram armazenados dentro de um chip dos próprios cartuchos dos games.

Enfim, os videogames do século XX eram maravilhosos, até hoje tem muita gente que ainda joga. Seja pelo próprio console, seja por emuladores no computador (é o meu caso).


Tá pensando que acabou? Ainda não. Em breve a segunda parte desse Cotidiano – III. Estamos só dando um PAUSE nisso aqui.

Guilherme Neto